Viajando aprendemos bastante sobre o lugar de onde viemos e fazemos muitos amigos (inclusive outros viajantes), o que nos estimula a seguir viagem rumo a suas cidades para conhecê-las. O problema é que não podemos nos demorar, mas quando voltamos às nossas casas, temos mais motivos para rever estes amigos, assim, passamos a trabalhar em novos roteiros de viagens e nos lançamos com mais energia em todos os nossos demais projetos. - Alberto Jr.

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Pedal em Itaberaba

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Neste mês de abril, após o pedal Salvador - Nazaré - Cruz das Almas de 150km, percorrido em dois dias com bagagem, dei uma aliviada nas frequência das atividades para ver se reponho os quilos perdidos desde o mochilão pela América do Sul. 
De qualquer forma, não posso perder de vista o projeto do pedal Salvador-Aracajú, a ser realizado juntamente com Felipe em breve.
Pedalar à noite ou bem cedo pela manhã em Itaberaba nos últimos meses, além de estar ajudado a manter um bom condicionamento físico,  também tem sido uma boa forma de aliviar o stress para manter um bom desempenho no trabalho, além de matar o tempo. Neste domingo pela manhã o colega Sérgio e eu realizamos um pedal de 25km ao longo da rodovia estadual recentemente inaugurada pelo governador Jaques Wagner, ligando Itaberaba à Ipirá.
Seguimos de Itaberaba  no sentido Ipirá, conseguindo desenvolver boas velocidades, já que a rodovia está em ótimas condições de tráfego e o fluxo de veículos é  bem reduzido.

Pudemos apreciar as belas paisagens existentes no percurso, dentre elas a vista que tivemos ao cruzar a primeira ponte em direção a Ipirá, então aproveitamos para tirar umas fotos bacanas.

Até a próxima!!

Alberto Jr.
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Trilha Itaberaba - Sítio Água Viva

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Logo depois de iniciar os treinos com a nova bike, a viuvinha, tive de embarcar numa campanha de campo de geologia baseada em Itaberaba, então, não pensei duas vezes... Desmontei a magrela e coloquei em cima da pick up da empresa e lá chegando aproveitei bastante as horas vagas para treinar, principalmente na avenida principal com aproximadamente 2km, ligando a BR-242 ao centro da cidade. Pra minha surpresa, a prefeitura havia acabado de contratar uma empresa para renovar todo o asfalto desta avenida e o pedal ficou ainda mais interessante. Uma noite depois de chegar ao centro da cidade, entrei na Farmácia Helirene para comprar algumas coisas e foi quando o farmacêutico fez contato comigo, perguntando de onde eu vinha e o que fazia ali. Expliquei sobre o meu trabalho e ele me disse que se chamava Geraldo e que além de ciclista também era enfermeiro da ACI-Associação de Ciclistas de Itaberaba. Com o intermédio dele fui conhecendo todo o pessoal da associação, e também da ITA BIKE e os  demais ciclistas que estavam sempre em atividade pela cidade.

Nesta época eu estava trabalhndo com uma pick up que ocasionalmente apresentava defeito e nestes períodos eu tinha de fazer trabalhos de escritório e aproveitava as horas vagas para pedalar ainda mais.

Numa dessas ocasiões, pude integrar a equipe de mountaibikers de Itaberaba e participar de uma das trilhas de final de semana que eles sempre realizavam e o trabalho não me permitia participar, apesar dos constantes convites.

Eu estava sempre agilizando as tarefas de escritório de forma a possibilitar  participar de uma das trilhas e cuidar dos trabalhos quando voltasse, assim, no domingo 21/03/2010  acordei cedo, me "fantasiei" de ciclista, tomei um café da manhã mediano e segui para o ponto de encontro por volta das 7h da manhã. Dentre os colegas estavam Geraldo, Mineiro, Bocão e Sérgio. Foi decidido que iríamos fazer o percurso de 30,5km até o Sitio Água Viva, localizado depois da Serra Verde 1.
O percurso foi tranquilo, com trecho inicial asfaltado, com más condições de rodagem e na sequência, vicinais com pavimentação de areia e cascalho. Fomos bem recebidos no sítio pelos proprietários Dona Vera e Seu Edivaldo que é o dono do Hotel e Restaurante que servem de ponto de apoio aos ônibus que vão para Lençóis.


Ficamos maravilhados com o lugar que foi sugerido para ser um dos pontos de encontro periódicos dos ciclistas da ACI. Depois de nos deliciarmos com muitas frutas existentes ali, fomos relaxar no rio  que passa ao lado. Entramos na água e nos juntamos aos demais hóspedes da casa, foi quando Seu Edivaldo mandou uma caixa térmica repleta de cervejas. Para mim foi a gota d'água, então esbocei um leve sorriso e falei com uma voz arrastada de preocupação "pelo amor de Deus, alguém me diga como vou sair daqui...". (risos).


Quando iamos nos despedindo, Seu Edivaldo exigiu nossa presença no banquete do almoço, então "filamos" o rango, chupamos mais algumas frutas e tomamos o caminho de volta para a cidade. Depois, Geraldo e eu fomos à praça principal da cidade, tomar um açaí na tigela. Na sequência, nos despedimos e voltei para o hotel para cuidar dos afazeres.

Alberto Jr.
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